Sobre Nós
A História do Pico do Refúgio
Na costa norte da ilha de São Miguel, entre o verde profundo da paisagem açoriana e a presença constante do Atlântico, existe um lugar moldado pelo tempo.
O Pico do Refúgio nasceu no início do século XVII e, ao longo de mais de trezentos anos, foi assumindo diferentes vidas, sempre em ligação íntima com a ilha e com aqueles que por aqui passaram.
Foi forte de milícias, quinta de laranjais, fábrica de chá, espaço de abrigo e lugar de criação.
Entre estas paredes viveram histórias, cresceram árvores, cruzaram-se gerações e encontraram-se artistas. Foi casa de campo do pintor e escritor Luís Bernardo Leite de Ataíde e, mais tarde, lugar de vida e inspiração da escultora Luísa Constantina, deixando gravada no espaço uma ligação profunda à arte, à contemplação e à criação.
Foi o seu filho, Luís Bernardo, quem mais tarde imaginou uma nova vida para este lugar, dando origem ao projeto das Casas de Campo e ajudando a transformar esta propriedade num espaço pensado para acolher, cuidar e partilhar a essência da ilha.
Hoje, o Pico do Refúgio renasce como um lugar de pausa.
Um lugar onde o tempo abranda.
Onde a natureza entra pelas janelas e o silêncio ganha espaço para existir.
Entre casas recuperadas com respeito pela memória do lugar, jardins que acompanham o ritmo das estações e o Atlântico sempre presente no horizonte, nasce uma experiência pensada para viver São Miguel de forma autêntica, simples e profundamente ligada ao território.
Mais do que um alojamento, o Pico do Refúgio procura ser um convite.
A parar.
A respirar.
A escutar.
Pausa · Silêncio · Escuta